Alopecia Areata é uma doença autoimune (as próprias células imunológicas do paciente atacam os folículos pilosos, como se passassem a reconhecê-los como algo estranho ao organismo!), com influência genética já demonstrada e cujos gatilhos para seu aparecimento ainda são objetos de estudo!
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Não é uma condição tão rara! O tipo mais comum, em placas, faz parte da rotina do Médico Dermatologista.
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E, sim, existem vários tipos! Eles diferem em apresentação, prognóstico, chance de repilação e resposta ao tratamento.
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1. Alopecia areata em placas: o tipo mais comum e mais benigno. Pode aparecer uma única placa, arredondada, “pelada”, ou mesmo várias! A chance de repilação espontânea é alta nesse tipo. E a resposta ao tratamento geralmente é boa.
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2. Alopecia Areata Total: não tão comum quanto a em placas, acontece quando todo os pelos do couro cabeludo caem. A chance de repilação existe, mas, sem dúvida, o tratamento é mais desafiador do que o do tipo em placas.
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3. Alopecia Areata Universal: quando além dos pelos do couro cabeludo, perde-se pelos faciais e corporais! Supercílios, cílios, axilas, pubianos e membros: todos podem ser atingidos. É o tipo mais raro (🙏🏼🙏🏼) e mais agressivo. O tratamento da AA Universal hoje é um dos grandes desafios da Medicina… pois, geralmente, os pacientes só repilam “às custas” de medicações mais sérias que mexem na imunidade…
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4. Alopecia Areata Difusa Aguda: é um tipo especial, onde o cabelo cai agudamente e difusamente. Apesar de assustar muito o paciente, tem um ótimo prognóstico e altíssima chance de boa resposta ao tratamento.